Consumo de cerveja é liberado durante o trabalho em empresa inovadora

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Cervejas artesanais, importadas e até cachaças fazem parte do dia a dia da agência de comunicação Notícia Expressa, especializada em assessoria de imprensa, em São Caetano do Sul (SP). Há 10 anos no mercado, a empresa atende clientes do setor cervejeiro e permite que os funcionários bebam durante o expediente, em qualquer horário.

Miriam Matos, proprietária da agência, teve a ideia de levar o hábito de beber cerveja ao ambiente de trabalho quando teve dificuldades para escrever um texto de divulgação, e só conseguiu o resultado desejado após experimentar a bebida. “O texto fez muito sucesso e pensei que poderia levar isso para a agência. Comecei nas reuniões, há cerca de quatro anos, e agora eles podem beber no horário que quiserem”, diz.

O objetivo é que cada colaborador tenha sua própria percepção sobre cada rótulo e possa escrever e divulgar a cerveja de uma forma completa. Para ela, o trabalho de assessoria de imprensa só funciona se o funcionário acreditar no produto, conhecê-lo a fundo e se sentir parte dele. “Só assim conseguimos traduzir o objetivo da empresa em textos que geram resultados. Para a minha surpresa, o ambiente de trabalho mudou, todos estão mais soltos, criativos e isso aproximou as pessoas”, afirma Miriam.

O assessor de imprensa, Renan Santiago, de 27 anos, é um dos cinco colaboradores da agência que aproveita o benefício. Há um ano na empresa, ele atende somente contas do ramo cervejeiro e acredita que a iniciativa o ajudou a produzir melhor. “A cada dia eu me sinto mais à vontade para escrever sobre as particularidades de cada rótulo. Sei que não vou escrever algo errado”, afirma. Atualmente, ele faz um curso de sommelier de cerveja.

“É a união do útil ao agradável. Ao mesmo tempo que fazemos uma reunião para um assunto sério, tomamos uma cerveja e isso nos deixa mais à vontade. Mas, ao mesmo tempo, ela nos dá mais argumento para escrever”, diz Santiago.

“A ideia é fazer a degustação da bebida e conhecer o produto, não ficar embriagado. Quando um rótulo novo chega abrimos para fazer a degustação e também podemos beber em uma tarde que está muito calor”, afirma Roberta Santana, de 24 anos, responsável pela redação da agência.

Sobre problemas com funcionário que exagera e bebe demais, Miriam diz que cada colaborador deve conhecer seus limites. Segundo ela, até agora ninguém ficou bêbado e deu vexame durante o expediente. “Nunca alguém ficou mal a ponto de passar mal ou para de trabalhar. É uma questão de bom senso”, completa.

Alguns passos para pegar o mentiroso do trabalho

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Das justificativas para chegar atrasado à história mirabolante para explicar o descumprimento de um prazo. A mentira é um expediente de rotina para alguns profissionais.

Para quem deseja flagrar aquelas pessoas para as quais todo dia é da mentira, observação é regra de ouro.

É o que defende Paulo Sergio de Camargo, no livro “Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal” (Summus Editorial).

Ele não promete 100% de eficácia na hora de descobrir a história falaciosa, mas revela estratégias que, na maior parte das vezes, funcionam. Isso porque, segundo o especialista, o mentiroso transmite sinais com a fala e com o corpo, de maneira geral.

Seguindo estes nove passos sugeridos pelo autor, as chances de desvendar os indícios de uma mentira tendem a aumentar. Confira:

1 Ouça

A primeira estratégia é ouvir calmamente o que a pessoa está dizendo. Segundo o autor, não é o momento de se apressar em fazer perguntas. Apenas ouça. “Quanto mais tranquilo e confiante o seu interlocutor estiver, melhor”, escreve.

2 Tente neutralizar suas emoções

Está desconfiado da veracidade dos fatos? A dica é não dar “bandeira” e não se levar pelas emoções pois você pode sabotar a si mesma ao deixá-las transparecer.

O autor dá um exemplo: “durante treinamentos, verifiquei o semblante de satisfação ou de raiva dos entrevistadores ao descobrirem as mentiras. O mentiroso, ao perceber isso, mudou imediatamente o tom da conversa”, escreve Camargo.

3 Faça o mentiroso falar

Prepare algumas perguntas com antecedência. A ideia aqui é estimular que o suposto mentiroso conte histórias. Quanto mais ele falar, maior a probabilidade de mentir.

Tenha em mente que o seu comportamento vai influenciar o mentiroso. Por isso, Camargo sugere neutralidade nas perguntas. Não adote uma postura mais agressiva, muito menos parta para um confronto direto.

4 Tenha base de comparação

O ideal é começar com questões cujas respostas sejam verdadeiras. Assim, será mais fácil perceber as diferenças entre o momento em que ele fala a verdade e a hora em que começa a mentir.

“Ao dar respostas verdadeiras, o mentiroso se sente mais confiante, e quanto mais isso acontece mais aumenta a probabilidade de ele apresentar sinais de mentira quando a pergunta não lhe interessar”, escreve o autor.

Como fazer isso? Comece questionando perguntas das quais você já sabe as respostas.

Os 6 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho

Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria.

É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.

Pensando nisso, o portal Exame, pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.

A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:

1 Atrasar (sempre)

2 Os indiscretos e os fofoqueiros

3 Falar demais

4 Conquistadores de plantão

5 Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas

6 Os piadistas

7 Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessárias

8 Sobrecarregar o olfato alheio

9 Os barulhentos

10 Os pegajosos

Algumas dicas para não fazer feio no primeiro emprego

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Antes de conquistar o primeiro emprego, já passamos a enfrentar alguns obstáculos para obter sucesso na contratação na empresa. Logo de cara numa entrevista de emprego ocorrem diversos fatores que levam a pessoa a ficar um pouco ou muito nervoso ali na hora. Porém, como essa fase já passou vamos dar algumas dicas para não pagar mico no ambiente de trabalho.

Não tenha medo de perguntas – Pergunte sempre que não entender algo, ficar calado com medo de fazer alguma pergunta que para você parece ser “besta” não é uma boa escolha. A sua dúvida pode ser a dos demais que faz o mesmo que você e se cala diante uma questão.

Não almoce sozinho – Aproveite a hora do almoço para interagir com os colegas e criar um ambiente de trabalho harmonioso.
Aprenda a estabelecer limites

Aprenda a estabelecer limites – Sempre que estiver com vontade de “chutar” tudo pela frente, se controle e respire fundo, pois nunca é uma boa escolha sair jogando a raiva em cima dos outros, principalmente no trabalho.

Sirva seus colegas e clientes – Não pense que todos ali a sua volta querem passar por cima de você, então colabore com todos e nunca queira se dar bem pisando nos colegas.

Trabalhe duro – Dê o máximo de si na empresa, sempre querendo o melhor para ela que assim o chefe vai lhe recompensar futuramente.

 

Sinais de que querem passar a rasteira em você

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Há situações completamente veladas em que a pessoa só vai perceber quando a notícia chega até ela. As puxadas de tapete são mais frequentes com profissionais que ocupam cargos hierárquicos mais elevados na organização.

O invejoso ataca quem está acima dele. Na verdade, ele admira a pessoa, mas se sente sem condições de se aproximar do que a pessoa é. E, por isso, apela para a puxada de tapete. Mas, é possível perceber quando uma situação de sabotagem ou um golpe está na iminência de ocorrer? De acordo com os especialistas, apesar de não serem claros, é possível perceber alguns indicativos. Confira:

A crítica que na verdade é um elogio disfarçado

Sabe quando você sente está indo bem no projeto, e vem aquele colega e, sob o pretexto de fazer uma crítica construtiva, diz que não é bem esse o caminho que você deve seguir, sugerindo um ajuste na rota?  Ele vê o sucesso do outro e tenta fazê-lo mudar a trajetória, fazendo esta crítica, que é um elogio disfarçado.

Uma analogia é interessante para entender este mecanismo. Imagine duas amigas que vão sair juntas para uma festa. Uma delas aparece com um vestido deslumbrante, e a outra diz que não acha que está tão bom, fazendo com que a amiga escolha outra roupa que a deixe menos em evidência do que ela.

Este tipo de situação pode acontecer também no contexto corporativo.É claro que não é na primeira crítica que você vai perceber a má intenção, mas observe se há um padrão, se a situação se repete. “É o tempo que vai fazer a pessoa perceber e uma forma de se precaver é não se deixar influenciar.

Elogios exagerados

 Por outro lado, ao receber elogios também fique alerta. O invejoso corporativo, que é o mais forte candidato a puxar o tapete de seu alvo, também pode lançar mão de uma estratégia antes de atacar: tecer incontáveis elogios, principalmente na frente dos outros.

Quanto mais a pessoa elogiada se sente importante, menos ela estará atenta aos seus inimigos de plantão. A dica é não se deixar levar tão facilmente pelos elogios e ficar atento às entrelinhas. A pessoa deve ter discernimento do que é real e o que não é. Isso não significa que você deve desconfiar de qualquer palavra afável, mas atente aos exageros, eles podem indicar que há uma tentativa de tirar o seu foco em jogo.

Desestabilização intencional

Imagine a cena. Dois colegas estão participando de uma reunião com a diretoria. Um deles está mal intencionado e sabe que o outro é mais emocional do que racional. Sabendo disso, o mal intencionado alfineta ou cria uma situação inesperada nos bastidores e apresentada repentinamente ao colega com o objetivo de desestabilizá-lo perante a chefia.

Caso a reação seja mesmo uma explosão emocional, o profissional que caiu na armadilha vai prejudicar a sua imagem expondo-se de forma negativa para o deleite tal colega mal intencionado, de acordo com Sandra, da Dale Carnegie.

O sinal, neste caso, é dado pela crítica durante a reunião ou pela situação inesperada criada pelo colega que quer puxar o tapete do outro. Ou seja, é a provocação que antecede a reação emocional.

Cair no jogo já configura a puxada de tapete propriamente dita. Isso acontece porque as pessoas são contratadas por conta de suas competências técnicas e demitidas ou preteridas em uma promoção por causa de suas inabilidades comportamentais.Portanto, valem e muito aqueles 10 segundos de pausa para a reflexão: será que é uma provocação intencional? Estão querendo me desestabilizar? Vou dar este gostinho ao fulano?

Tentativas de passar por cima:

Outro indicativo de que vem uma puxada de tapete por aí é revelado quando um colega de trabalho começa a lidar com temas e atividades que são de sua responsabilidade e não dele. Ele começa a fazer sozinho coisas que deveriam ser alinhadas com o colega do qual ele quer puxar o tapete, passa por cima e faz sozinho.

Por se tratar de uma operação velada, haverá justificativas. Ele vai dizer que tentou ligar e não conseguiu, que não encontrou o colega, mas na verdade foi apenas uma operação de fachada. Caso isto ocorra, é importante analisar se houve um esforço genuíno em envolvê-lo na atividade ou se foi mesmo apenas fachada para você não ter como reclamar depois.

Expressões corporais:

Este é um item polêmico. Olhos virados, dedos batendo na mesa durante uma reunião e “nariz torto” podem, de acordo com Sandra, indicar que a pessoa está predisposta a jogar contra você. Só quem tem experiência com este tema é capaz de perceber a má intenção pelos sinais corporais.

Celestino vai além. De acordo com ele, tirar conclusões a partir da expressão corporal pode levar a um equívoco. A pessoal mal intencionada vai geralmente usar a expressão corporal para iludir o outro.

Por conta disso ele diz o melhor caminho é a observação. Os profissionais precisam procurar amadurecer no sentido de avaliar as pessoas. O importante, diz, é descobrir se é uma pessoa de boa índole ou não.

Uma pessoa íntegra é aquela que cumpre o que promete, que faz o que fala. Quanto maior a integridade de uma pessoa, menores são as chances de ela querer puxar o tapete de alguém.

 

Fonte: Info

Panelinha no ambiente de trabalho

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Para boa parte dos profissionais, o trabalho não está muito longe da experiência do colégio. Além de as empresas estarem cheias de “panelinhas”, muitos funcionários admitem que já participaram de alguma atividade mais por pressão para ser aceito pelos colegas do que por vontade própria.

Os resultados mostram que 43% delas consideram o ambiente de trabalho populado por “panelinhas”, o que acaba gerando a necessidade de se adaptar aos colegas para se sentir mais “parte da turma”. Cerca de um terço diz que já se sentiu intimidado pelos grupos ou já fez algo de que não tinha vontade só para se enturmar. Entre esses últimos, a maior parte, 46%, apenas adotou o happy hour, mesmo sem vontade, para se sentir mais integrado.

Mas outros acabaram mudando o comportamento de outras formas: 21% assistiram a um determinado programa de televisão ou filme só para ter assunto com os colegas, 19% fizeram piadas a custa dos outros ou fingiram não gostar de alguém só para participar de uma conversa e 17% já fingiram gostar de um tipo de comida. Além disso, 15% escondem a afiliação política para se enturmar melhor e 9% mantêm suas crenças religiosas em segredo – mesma porcentagem dos que já fizeram intervalos para o cigarro mesmo sem fumar.

A vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder, Rosemary Haefner, diz que a presença de grupos muito fechados entre profissionais da mesma empresa pode prejudicar o trabalho. É parte da natureza humana se associar com colegas que têm uma personalidade parecida, mas panelinhas podem ser pouco produtivas no ambiente de trabalho. Hoje vemos mais gerentes usando atividades de construção de equipes ou formando times com pessoas de diferentes grupos justamente para desencorajar esse tipo de comportamento, que pode alienar os outros.

Fonte: Valor